Quer aproveitar o final de semana? Aproveite as dicas que a Biblioteca Escola Viva separou para você:
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- SIDE MAN
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Pense numa peça em que você possa rir e de repente, sinta correr uma lágrima. O humor vem dos desencontros do cotidiano, do inesperado no dia a dia. Não é um riso por piadas prontas. As tristezas que existem ali vêm dos conflitos da falta de comunicabilidade entre amores, amigos e familiares. Adicione a isso sete personagens marcantes, com uma personalidade única. Clifford, um rapaz de 29 anos vai embora de sua casa em Nova York para ser artista plástico na Califórnia.
Então, ele conta em “flash backs” a história de sua família e seus amigos, desde antes de ele nascer até tomar a decisão fundamental de deixar sua casa e viver sua vida. Seu pai é Gene, um trompetista genial com um toque superior a Dizzie Gillespie que vê na música a única razão de sua vida. A mãe, Terry, apaixona-se pela musicalidade do marido. As razões que os atraem um para o outro, serão as mesmas que irão separá-los. Carente e se sentindo solitária, Terry que não se sente pertencer àquele grupo de artistas mergulha no desequilíbrio e no alcoolismo. Gene mergulha em seu próprio mundo, à música, desligando-se da vida.
Os amigos dessa “sagrada família” trazem o tempero de humor a essa história. Formam uma trupe composta por Patsy, uma mulher que foi arrasadora, liberada, esposa e amante de cada um dos três músicos companheiros de Gene, e procura pelo afeto que supõe oculto em suas canções; Ziggy é um trompetista judeu, que tem “língua presa”, é carente e tem raiva de sua vida irregular e seus complexos; Al é o garanhão, um Ás do trompete que se exibe como conquistador, mas carente de algo absoluto que está numa única mulher: Patsy; o último é o trombonista Jonesy, caolho e drogado, enredado em trapalhadas, que vê em Terry a segurança afetiva a que ele não deve aspirar, por sua própria condição de “drogado”.
São artistas maravilhosos, mestres em metais, que tocam pelo prazer de fazer música, vivem muito mais do seguro desemprego que da colheita por seu trabalho. Cada um deles traz um ponto de vista expresso com um humor cáustico, em lugar das palavras de amor não ditas e os gestos amorosos não levados a cabo. A arrebatadora música de Jazz entra como se fosse um oitavo personagem revela cada sentimento suprimido, dando dimensões a toda uma gama de emoções que permeiam as discussões, as loucuras, as afeições e a graça desses personagens tão reais e tão fantásticos! Tudo isso leva Clifford ruma a seu aprendizado para tornar-se um homem íntegro.
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Local: Teatro Sérgio Cardoso - Rua Rui Barbosa, 153
Horário: quinta e sábado às 21h, sexta às 21h30 e domingo às 18h
Ingresso: R$ 10,00
Classificação: 14 anos
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Então, ele conta em “flash backs” a história de sua família e seus amigos, desde antes de ele nascer até tomar a decisão fundamental de deixar sua casa e viver sua vida. Seu pai é Gene, um trompetista genial com um toque superior a Dizzie Gillespie que vê na música a única razão de sua vida. A mãe, Terry, apaixona-se pela musicalidade do marido. As razões que os atraem um para o outro, serão as mesmas que irão separá-los. Carente e se sentindo solitária, Terry que não se sente pertencer àquele grupo de artistas mergulha no desequilíbrio e no alcoolismo. Gene mergulha em seu próprio mundo, à música, desligando-se da vida.
Os amigos dessa “sagrada família” trazem o tempero de humor a essa história. Formam uma trupe composta por Patsy, uma mulher que foi arrasadora, liberada, esposa e amante de cada um dos três músicos companheiros de Gene, e procura pelo afeto que supõe oculto em suas canções; Ziggy é um trompetista judeu, que tem “língua presa”, é carente e tem raiva de sua vida irregular e seus complexos; Al é o garanhão, um Ás do trompete que se exibe como conquistador, mas carente de algo absoluto que está numa única mulher: Patsy; o último é o trombonista Jonesy, caolho e drogado, enredado em trapalhadas, que vê em Terry a segurança afetiva a que ele não deve aspirar, por sua própria condição de “drogado”.
São artistas maravilhosos, mestres em metais, que tocam pelo prazer de fazer música, vivem muito mais do seguro desemprego que da colheita por seu trabalho. Cada um deles traz um ponto de vista expresso com um humor cáustico, em lugar das palavras de amor não ditas e os gestos amorosos não levados a cabo. A arrebatadora música de Jazz entra como se fosse um oitavo personagem revela cada sentimento suprimido, dando dimensões a toda uma gama de emoções que permeiam as discussões, as loucuras, as afeições e a graça desses personagens tão reais e tão fantásticos! Tudo isso leva Clifford ruma a seu aprendizado para tornar-se um homem íntegro.
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Local: Teatro Sérgio Cardoso - Rua Rui Barbosa, 153
Horário: quinta e sábado às 21h, sexta às 21h30 e domingo às 18h
Ingresso: R$ 10,00
Classificação: 14 anos
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- UMA NOITE EM 67
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Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.
“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
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Local: Bourbon, Cine Bombril, Cine UOL Lumière, Espaço Unibanco, Frei Caneca e Unibanco Arteplex
Para maiores informações consulte a bilheteria do cinema
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“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
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Local: Bourbon, Cine Bombril, Cine UOL Lumière, Espaço Unibanco, Frei Caneca e Unibanco Arteplex
Para maiores informações consulte a bilheteria do cinema
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- EMÍLIA, A BONECA DE LOBATO
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A mostra reúne 11 ilustradores da boneca de pano Emília, criada por Monteiro Lobato. Entre as obras, estão trabalhos de Belmonte, André Le Blanc e Manoel Victor Filho.
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Local: Biblioteca Monteiro Lobato - Rua General Jardim, 485
Horário: das 9h às 18h de terça a sábado e domingo das 10h às 14h
Ingresso: Grátis
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Local: Biblioteca Monteiro Lobato - Rua General Jardim, 485
Horário: das 9h às 18h de terça a sábado e domingo das 10h às 14h
Ingresso: Grátis
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- BIBLIOTECA CIRCULANTE MÁRIO DE ANDRADE
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Criada em 1944 e reaberta em julho, a biblioteca tem acervo que foca mais na variedade, com 42 mil exemplares e 3,5 mil títulos. Amanhã (31), às 15h, um sarau analisa o texto "Vestida de preto", de Mário de Andrade.
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Local: Av. São Luís, 235
Horário: segunda a sexta das 8h30 às 20h30 e sábado das 10h às 17h
Sarau: sábado (31) às 15h
Ingresso: Grátis
Classificação: Livre
Local: Av. São Luís, 235
Horário: segunda a sexta das 8h30 às 20h30 e sábado das 10h às 17h
Sarau: sábado (31) às 15h
Ingresso: Grátis
Classificação: Livre
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